O Princípio Masculino

sexta-feira, 27 de maio de 2016



Da mesma forma que toda luz nasce da escuridão, o Deus, símbolo solar da energia masculina, nasceu da Deusa, sendo seu complemento, e trazendo em si os atributos da coragem, pensamento lógico, fertilidade, saúde e alegria. Da mesma forma que o Sol nasce e se põe, todos os dias, o Deus nos mostra os mistérios de Morte e do Renascimento. Na Wicca, o Deus nasce da Grande Mãe, cresce, se torna adulto, apaixona-se pela Deusa Virgem, eles fazem amor, a Deusa fica grávida, o Deus morre no inverno e renasce novamente, fechando o ciclo do renascimento, que coincide com os ciclos da Natureza, e mostra os ciclos da nossa própria vida. Para alguns, pode parecer incestuoso que o Deus seja filho e amante da Deusa, mas é preciso perceber o verdadeiro simbolismo do mito, pois do útero da Deusa todas as coisas vieram, e, para ele, tudo retornará. E, se pensarmos bem, as mulheres sempre foram mães de todos os homens, pelo seu poder de promover o renascimento espiritual do ser amado e de toda a Humanidade. O sentido profundo do simbolismo na Bruxaria só pode ser verdadeiramente entendido através da meditação e do contato intuitivo com a energia dos Deuses.

O Deus Cornífero

O Deus realmente é deixado de lado muitas vezes nos cultos pagãos, como se a energia da Deusa pedisse essa dedicação exclusiva. Isto é verdade em parte, porque, não é possível cultuar o Deus adequadamente enquanto não mergulhamos na Deusa e nos despirmos do Deus do patriarcado.
Quando no curso de nosso caminho - e isso demora até anos (mas varia muito de pessoa para pessoa) - está na hora do Deus voltar, a própria Deusa nos mostra seu Filho, Consorte, Defensor, Ancião. O Deus aparece, tríplice como a Deusa.
O Deus Jovem é, antes de tudo, a Criança da promessa, a semente do sol no meio da escuridão. Depois, é o Garoto do Pólen, o fertilizador em sua face mais juvenil, e traz a energia da alegria de viver, o poder de se maravilhar ante as descobertas da vida, é o experimentador, a face mais sorridente do sol matinal.
Daí surge o Deus Azul, o rapaz que cresceu e chegou na adolescência e desabrocha em beleza e masculinidade, é o Jovem Deus da Primavera, percorre as Florestas e acorda a natureza. Ele é o Apaixonado, aquele que primeiro busca a Deusa como a Donzela e propicia o encontro... Ele é o Deus da sedução ainda inocente, que não conhece os mistérios da Senhora ainda... ele é toda possibilidade.
Depois ele é o Galhudo e o Green Man... O Deus é o macho na sua plenitude, o Senhor dos Chifres que desbancou o gamo-rei anterior, ele é força e poder, músculos e vitalidade, ele cheira a sexo e promessas. Ele é o Grande Amante, atraído irresistivelmente pela Senhora. Ele é o Provedor, o Sustentador, o Senhor Defensor. Ele é o Senhor das Coisas Selvagens, o Deus da Dança da Vida, o Falo Ereto, o Fertilizador. Como Green Man ele também é o Senhor da Terra e sua abundância, o parceiro da Senhora dos Grãos. O Senhor dos Brotos, aquele que cuida dos frutos e os distribui pela terra.
Mas o Deus é também O Trapaceiro, o Senhor da Embriaguez, o Desafiador e o Ancião da Justiça. Ele nos faz seguir um caminho e nos perdemos para conhecer o pânico de Pan... ele nos deixa loucos como Dionísio, ou perdidos nos devaneios de Netuno... ele é o Desafiador, seja nos duelos, seja na guerra, na luta pela sobrevivência... ele é caprichoso e insidioso, ele nos engana, nos deixa desesperados e sorri - porque esse é o seu papel; estimular o novo, mostrar que nosso desespero é inútil e só nos escraviza.
Como a Deusa, Ele está na fome e no fim da fome, na vida e na doença terminal, na luz e na sombra, no que é bom para você e no que é mau... A Deusa nunca está só, ela tem sua contraparte masculina e, no entanto, Ele só existe por amor a Ela... aliás, todos nós somos frutos dessa dança de amor. O Deus é o Ancião Sábio, o distribuidor da Justiça, seja a que se impõe com sabedoria ou raios... Ele conhece os segredos dos oráculos, mas sabe que são Dela... ele é o repositório do conhecimento, mas a sabedoria é Dela... ele lê os sinais da natureza, mas sabe que quem os escreve é Ela.
E o velho sábio vai murchando e se transforma no Senhor da Morte... ele que é o Senhor de Dois Mundos, pois no ventre dela, de volta, ele vive sua morte e a própria ressurreição. Mistério e segredo, morte e retorno, Ele é o que atravessa os portais dos quais Ela é a Senhora. Ele, o Caçador, que também faz o papel de Ceifador... Ele que ronda o leito dos moribundos e dança a dança da morte. O Senhor dos esqueletos.
Ele que na dança da morte retoma o brilho do Sol e sua face negra se ilumina, em uma explosão impossível de conter, e Lugh nasce outra vez..
Ele que é Pai, Filho, Bebê Iluminado, Amante Selvagem, Sábio Educador... ele, o Deus que se revela apenas pela Deusa.

The Very Best of Celtic (2013)


Celtic Mistery (1999)


A Deusa e o Deus


"Todas as Deusas são uma só Deusa, todos os Deuses são um só Deus."

Conquanto a Deusa presida a pulsação vital constante do Universo, é imprescindível que entendamos o papel do Deus. Ela é a Senhora da Vida, mas Ele é o Portador da Luz; Ela é o ventre, Ele o falo ereto; Ela gera a vida, Ele é a faísca que inicia o processo, em plena harmonia, sem predomínios nem competições, mas pela completa união... Ambos parceiros no desenrolar da música e dança que criam e recriam o universo ainda hoje.. Na Primavera Ela é Donzela, Ele o Deus Azul do Amor... No Verão Ela é a Mãe, grávida, Ele o Galhudo, o Deus da Vegetação e dos Animais, Cernunnos... No Outono Ele desce para o Mundo Subterrâneo, como o Deus Negro do Mundo Inferior, do sacrifício e da Morte e Ela a Anciã, que abre os portais e o acolhe durante sua transmutação. No Inverno Ele renasce do próprio ventre escuro da Deusa, que quase torna, assim, a um tempo só, sua consorte e sua mãe.

Princípio Feminino


A Grande Mãe representa a Energia Universal Geradora, o útero de Toda Criação. É associada aos mistérios da Lua, da Intuição, da Noite, da Escuridão e da Receptividade. É o inconsciente, o lado escuro da mente que deve ser desvendado. A Lua nos mostra sempre uma face nova a cada sete dias, mas nunca morre, representando os mistérios da Vida Eterna. Na Wicca, a Deusa se mostra com três faces: a Virgem, a Mãe e a Velha Sábia, sendo que sta última ficou mais relacionada à Bruxa na imaginação popular. A Deusa Tríplice mostra os mistérios mais profundos da energia feminina, o poder da menstruação na mulher, e é também a contraparte Feminina presente em todos os homens, tão reprimida pela cultura patriarcal.

O Divino Feminino

A Deusa foi à primeira divindade cultuada pelo homem pré-histórico. As suas inúmeras imagens encontradas em vários sítios históricos e arqueológicos do mundo inteiro representavam a fertilidade - da mulher e da Terra. Por ser a mulher a doadora da vida, atribuiu-se à Fonte Criadora Universal a condição feminina e a Mãe Terra tornou-se o primeiro contato da raça humana com o divino.
Mas afinal, quem é essa Deusa? Só o fato de termos que fazer essa pergunta demonstra o quanto nossa sociedade ocidental formada sob a égide da mitologia judaico-cristã  se afastou de nossas origens. Fomos criados condicionados por uma cosmologia desprovida de símbolos do Sagrado Feminino, a não ser Maria, Mãe Divina, que não tem os atributos divinos, que são reconhecidos apenas ao Pai e ao Filho e é substituída na Trindade pelo conceito de Espírito Santo. Maria é, quando muito, a intermediária para a atuação dos poderes do Deus... "peça à Mãe que o Filho concede..." Mas Maria não é a Deusa, senão um de seus aspectos mais aceitos pela sociedade patriarcal, de coadjuvante do Deus, reproduzindo o fenômeno social do patriarcado em que a mulher auxilia o homem, mas sempre lhe é inferior e, por isso, deve submeter-se à sua autoridade.
Não somos feministas nem queremos partir para discursos feministas, mas tão somente constatar que a ausência de uma Deusa nas mitologias pós-cristãs se deve ao franco predomínio do patriarcado. Predomínio esse que nos trouxe, ao final do século XX, a uma sociedade norteada pelos valores da competição selvagem, da sobrevivência do mais forte, da violência ao invés da convivência, do predomínio da razão sobre a emoção. Mas a Deusa está ressurgindo. Desde a década de 60, reafirmando-se nas últimas, a descoberta da Terra como valor mais alto e preservar sob pena de não mais haver espécie humana fez decolar a consciência ecológica e o renascimento dos valores ligados à Deusa: a paz, a convivência na diversidade, a cultura, as artes, o respeito e a outras formas de vida no planeta.
Cultuar a Deusa hoje significa reconsagrar o Sagrado Feminino, curando, assim, a Terra e a essência humana. Quer sejamos homens ou mulheres, sabemos que nossa psique contém aspectos masculinos e femininos. Aceitar e respeitar a Deusa como polaridade complementar do Deus é o primeiro passo para a cura de nossa fragmentação dualística interior. A Deusa é cultuada como Mãe Terra, representando a plenitude da Terra, sua sacralidade. Sobre a Terra existimos e, ao fazê-lo, estamos pisando o corpo dela, aqui e agora, muito diferente da crença em um deus Onipotente e distante, que vive nos céus. A Deusa é a Terra que pisamos, nossos irmãos animais e plantas, a água que bebemos, o ar que respiramos, o fogo do cento dos vulcões, os rios, as cores do arco-íris, o meu corpo, o seu corpo... A Deusa está em todas as coisas... Ela é Aquela que Canta na Natureza... O Deus Cornífero, seu consorte, segue sua música e é Aquele que Dança a Visa... Cultuar a Deusa não significa substituir o Deus ou rejeitá-lo. Ambos, Deus e Deusa, são a mesma moeda, as duas faces do Todo. A Deusa é a criadora primordial, o Deus o primeiro criado, e sua dança conjunta e eterna, em espiral, representa a eterna dança da vida.
A Deusa também é a Senhora da Lua e, mais um vez, a explicação desse fato remonta às cavernas em que já vivemos. O homem pré-histórico desconhecia o papel do homem na reprodução, mas conhecia muito bem o papel da mulher. E ainda considerava a mulher envolta em uma aura mística, porque sangrava todo mês e não morria, ao passo que para qualquer homem sangrar significava morte. Portanto, a mulher devia ser muito poderosa, ainda mais que conhecia o "segredo" de ter bebês... É fácil entender porque a mulher era identificada com a Deusa, ou, melhor dizendo, porque a primeira divindade conhecida tinha que ter caracteres femininos... Ainda mais quando as pessoas descobriram que a gravidez durava 10 lunações e a colheita e o suceder das estações seguia um ciclo de 13 meses lunares. O primeiro calendário do homem pré-histórico foi mostrado nas mãos da famosa estatueta da Vênus de Laussel, que segura em sua mão um chifre em forma de crescente, com 13 talhos que representam as lunações. Por sua conexão com a Lua e a mulher, a Deusa é cultuada em 3 aspectos: a Donzela, que corresponde à Lua Crescente, a Mãe representada na Lua Cheia e a Anciã, simbolizada na Lua Decrescente, ou seja, Minguante e Nova.
Na tradição da Deusa a Donzela é representada pela cor branca e significa os inícios, tudo o que vai crescer, o apogeu da juventude, as sementes plantadas que começam a germinar, a Primavera, os animais no cio e seu acasalamento. Ela é a Virgem, não só aquela que é fisicamente virgem, mas a mulher que se basta, independente e autossuficiente. Como Mãe a Deusa está em sua plenitude. Sua cor é o vermelho, sua época é o verão. Significa abundância, proteção, procriação, nutrição, os animais parindo e amamentando, as espigas maduras, a prosperidade, a idade adulta. Ela é a Senhora da Vida, a face mais acolhedora da Deusa.
Por fim, a Deusa é a Anciã, que é a Mulher Sábia, aquela que atingiu a menopausa e não mais verte seu sangue, tornando-se assim mais poderosa por isso. Simboliza a paciência, a sabedoria, a velhice, o anoitecer, a cor preta. A Anciã também é a Deusa em sua Face Negra da Ceifeira, a Senhora da Morte. Aquela que precisa agir para que o eterno ciclo dos renascimentos seja perpetuado. Esta é o aspecto com que mais dificilmente nos conectamos, porém, a Senhora da Sombra, a Guardiã das Trevas e Condutora das Almas é essencial em nossos processos vitais. Que seria de nós se não existisse a morte? Não poderíamos renascer, recomeçar... Desta forma, é fácil compreendermos porque a Religião da Deusa postula a reencarnação. Se fizermos parte de um universo em constante mutação, que sentido haveria em crermos que somos os únicos a não participar do processo interminável da vida-morte-renascimento? Essa realidade existe no microcosmo do ciclo das estações, da colheita que tem que ser feita para que se reúnam as sementes e haja novo plantio.
É justamente por isso que aqueles que seguem o Caminho da Deusa celebram a chamada Roda do Ano, constituída pelos 8 Sabbaths que marcam a passagem das estações. Ao celebrar os Sabbaths cremos que estamos ajudando no giro da Rosa da Visa, participando assim de um processo de co-criação do mundo. Submeter-se à sua autoridade.
Por tudo o que dissemos fica fácil entender porque os caminhos, cultos e tradições centrados na Deusa são religiões naturais, fundamentadas nos ciclos da natureza e no entendimento de seus elementos e ritmos. Estas práticas de magia natural usam a conexão e correlação dos elementos da natureza - Água, Terra, Fogo e Ar - , as correspondências astrológicas (signos zodiacais, influências planetárias, dias e horários propícios, pedra minerais, plantas, essências, cores, sons) e a sintonia com os seres elementais (Devas, Guardiões doa lugares, Gnomos, Silfos, Ondinas, Salamandras, Duendes e Fadas).

Celtic Nots & Lothlorien (CD Completo)


Corpo Espiritual

quinta-feira, 26 de maio de 2016


Segundo os xamãs, todos nós possuímos um corpo espiritual. Eles os descrevem como ondas que circulam todo corpo humano como um sinal do eu superior (Wanagi) que existe em cada ser humano.
Esse corpo espiritual tem sido descrito e visto há séculos não só pelos xamãs, mas também por místicos, médiuns e sensitivos. Quem foi que não viu quadros e retratos de santos e avatares com halos de luz circundando seu corpo? A ciência através da fotografia Kirlian, identificou esse corpo que não pode ser visto a olho nu.
Nesse exercício que iremos fazer, praticaremos a visualização xamânica, na intenção de cada um possa visualizar e sentir o seu corpo espiritual.

Parte 1
  • Relaxe e feche os olhos.
  • Explore rapidamente o limite do seu corpo, começando pelos dedos dos pés e suba pelo corpo todo.
  • Lentamente procure expandir o limite do seu corpo, como se tivesse sendo preenchido com ar.
  • Continue a expandir seu corpo espiritual até chegar a mais ou menos a 30 centímetros do seu corpo original.
  • Agora experimente a expansão.
  • Sinta a sensação de passar por debaixo de um galho ou de uma porta com seu corpo expandido.
  • Encolha seu corpo espiritual até a sua dimensão original. Com a prática nós iremos sentir cada vez mais esse campo energético. Se você quiser pode acabar o exercício por aqui (aconselha-se fazer os exercícios por partes), porém, nós continuaremos com a explicação da visualização do nosso corpo espiritual.
Parte 2
  • Relaxe e feche os olhos.
  • Imagine um campo de energia atravessando seu corpo até o limite de 30 centímetros.
  • Dê um passo para trás e visualize o seu corpo espiritual.
  • Aos poucos, procure identificar a cor ou as cores que circunda-o.
  • Identifique a qualidade da energia que vibra nesse corpo.
  • Se tiver dúvidas quanto ao que está vendo, procure uma orientação espiritual.
  • A resposta virá através de pensamentos, imagens, sensações ou palavras.
  • Depois da resposta, volte a dimensão original.
Obs.: Quanto mais praticarmos, mais conheceremos nosso corpo espiritual. Aconselhamos a praticá-lo sempre.

Existem ainda os que se sentem desgastados e cansados após um dia cheio de tarefas, e queiram purificar o espírito para restabelecer o equilíbrio necessário ao nosso corpo espiritual. Então tentemos estes passos:
  • Relaxe e feche os olhos.
  • Sinta o seu corpo espiritual.
  • Explore op seu corpo espiritual de cima a baixo.
  • Defina seus limites e sinta sua forma.
  • Procure identificar a cor do seu corpo espiritual no momento.
  • Imagine uma cachoeira ou uma lagoa.
  • Tome um banho nela e beba um pouco d'água, visando purificar e limpar seu corpo espiritual.
  • Agradeça às águas e abra lentamente os olhos.
Obs.: Existem algumas variações desse exercício. A imagem da lagoa pode ser substituída por uma chuva. Se quisermos, substituímos as imagens mencionadas, pela Sauna Sagrada, imaginando o vapor que exala das pedras purificando o nosso ser.
 
Algumas vezes, após confrontos emocionais e reuniões, ou situações, nós sentimos uma perda demasiada de energia. O próximo exercício deve ser rápido. Com a prática conseguiremos controlar o nosso corpo espiritual e direcionar essa energia para o nossos benefício.
  • Relaxe e feche os olhos.
  • Sinta o seu corpo espiritual.
  • Explore seu corpo espiritual de cima a baixo.
  • Observe qualquer parte onde há falta de energia.
  • Direcione energia para essas partes, preenchendo-as.
  • Ilumine as partes que estão escuras com muita energia espiritual.
  • Observe muito bem o seu corpo espiritual e molde-o com pequenas pancadas, para que ele volte a ser harmonioso.
  • Faça um diagnóstico de como se encontra seu estado de espírito. Reconheça em que estado você se encontra.
  • Solicite mentalmente a mudança desejada.
  • Identifique a qualidade que necessita no momento.
  • Procure por algo na natureza que tenha essa qualidade (caso precise de visão evoque a visão da águia; se necessitar sabedoria peça ao urso; se precisar de paz imagine um pôr do Sol; etc.).
  • Comece a colorir seu corpo espiritual com a cor da imagem da natureza identificada.
  • Após colorir seu corpo espiritual, agradeça ao espírito da imagem da natureza.

Em alguns momentos queremos estar conscientes do que ocorre com o nosso corpo espiritual, auxiliando-nos a ter o controle sobre nosso campo de energia. É preferível que o próximo exercício seja realizado ao ar livre.
  • Relaxe e feche os olhos.
  • Tome consciência do seu corpo físico.
  • Explore seu corpo físico da cabeça aos pés.
  • Tome consciência da Mãe Terra abaixo de seus pés.
  • Estabeleça uma conexão, tendo como ponto de partida a base da sua coluna.
  • Deixe seu corpo espiritual formar uma cauda que irá se conectar com a Mãe Terra.
  • Sinta a cauda transformar-se numa raiz.
  • Use a cauda para retirar toda energia negativa do seu corpo.
  • Após livrar-se das energias negativas, solicite a Mãe Terra que lhe d~e um pouco da sua energia.
  • Sinta a energia da Mãe Terra fluindo por seu corpo, tornando-o mais sólido e presente.
  • Respire bem fundo, agradeça a Mãe Terra pela sua energia, e sinta aos poucos, voltando ao seu estado natural.